Caso Henry: Vejam o que o laudo constatou sobre Henry

Um laudo complementar do Instituto Médico Legal concluído e obtido pela TV Globo reforça que o menino Henry Borel de 4 anos não foi morto em acidente doméstico como alega o padrasto Doutor Jairinho e a mãe Monique Medeiros ambos presos pelo crime, a perícia também revela que algumas lesões no rosto da criança foram provocadas por unhas, o laudo anterior apontava 23 lesões mas não detalhada que as marcas na face do menino nariz e próximas ao olho eram compatíveis com escoriações causadas por unha os peritos não indicam como essas lesões podem ter sido causadas “as lesões na região nasal e infraorbital esquerda são compatíveis com escoriações causadas por unhas diz o texto do laudo, a nova análise respondeu a perguntas feita pelo delegado responsável pela investigação Henrique Damasceno veja agora os principais pontos do laudo primeiro criança tinha marcas no rosto compatíveis com ferimentos feitos a unha segundo menino tinha várias lesões que não poderiam ter sido causadas em um único trauma como a queda da cama alegada por Monique e Jairinho, terceiro foram descartadas as hipóteses de acidente doméstico ou morte por lesões causadas durante manobra de ressuscitação quarto segundo o Henrique chegou mole pálido roxo com rigidez na mandíbula e com temperatura corporal baixa, laudo aponta que ele deu entrada já como cadáver na unidade polícia creio que outras duas lesões foram causadas pela intubação realizada no atendimento médico da criança sexto não havia sinais de maus-tratos crônicos sétimo marcas no antebraço são compatíveis com pressão digital, oitavo causa da morte foi hemorragia interna e aceleração hepática causada por ação contundente no evento que conduziu a morte, ocorreu entre 23:30 e 3:30 e décimo não foi possível determinar a dinâmica das ações que causaram a morte a polícia civil questionou se os peritos encontraram sete lesões espalhadas pelo corpo do menino, todas poderiam ter sido provocadas por um único trauma o laudo diz que as lesões foram encontradas mas descartou a possibilidade de terem acontecido de uma única vez “a quantidade de lesões externas e internas observadas em diferentes regiões do corpo não pode ser proveniente de uma queda livre ocorrida no interior de um apartamento desolado.






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